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ITARANTIM - CONFIRA COMO FOI A NOITE DO DIA DO EVANGÉLICO 20/05/2015.
















ITARANTIM - CONFIRA AS FOTOS DA CARREATA DO DIA DO EVANGÉLICO

ITARANTIM - CONFIRA AS FOTOS DA CARREATA DO DIA O EVANGÉLICO 

A carreata do dia do Evangélico em Itarantim foi uma benção,o povo de Deus saíram pelas principais ruas da cidade, orando e clamando a Deus pelos os principais Órgãos do municípios.e pelos os jovens de nossa cidade.
 Confira as fotos dessa linda carreata:







  

Família está revoltada com fotos de dançarina morta que vazaram do IML

Irmã de Amanda Bueno diz que recebeu imagens no velório: 'Desrespeito'.

Ela diz que pretende processar a instituição do RJ por danos morais.

Fernanda BorgesDo G1 GO, em Anápolis
Dançarina de funk Amanda Bueno (Foto: Reprodução / Facebook)Dançarina de funk Amanda Bueno foi
morta no RJ (Foto: Reprodução / Facebook)
A família da dançarina de funk Amanda Bueno, de 29 anos, morta na casa em que morava, no Rio de Janeiro, está revoltada com o vazamento de imagens da vítima quando passava por necropsia no Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu (RJ).
“Isso era uma coisa privada, que não podia sair lá de dentro, foi um desrespeito. Não podiam sair passando essas fotos de mão em mão. Por isso, vamos entrar na Justiça”, disse ao G1a irmã da dançarina, Valsirlândia Lopes Sena, 34.
Segundo a irmã, a família ficou muito abalada ao ver as fotos em que Amanda aparece nua e com ferimentos na cabeça.
“Elas chegaram na gente no momento do velório dela, apesar de toda a dificuldade que estávamos tendo, a dor de perda, a tristeza. A gente não queria que as pessoas vissem como ela estava e até pedimos para que o caixão não fosse aberto. Aí essas fotos circularam do nada e foi muito difícil, pois violaram a privacidade dela, que estava nua, ainda no IML. Eles não podem fazer isso”, afirmou.

“Realmente as fotos eram muito chocantes e, apesar da vítima não ter mais conhecimento do que estava acontecendo, essas imagens abalaram os familiares ainda mais. Por isso, vamos entrar com uma ação por danos morais decorrente dessa exposição indevida”, disse o advogado Paulo César Gonçalves da Silva.
Após o constrangimento em ver essas imagens, a família da dançarina procurou ajuda de advogados para saber como proceder.
G1 entrou em contato com o IML de Nova Iguaçu, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.
Amanda, que na verdade se chamava Cícera Alves de Sena, foi morta no último dia 16 de abril na casa em que morava com o noivo, Milton Severiano Vieira, o Miltinho da Van, de 32 anos, na região da Posse, em Nova Iguaçu.
Câmeras de segurança registraram o momento em que Miltinho pega Amanda pelo pescoço, bate com a cabeça dela no chão e dá tiros contra a noiva. As imagens também mostram a fuga do suspeito e o momento em que ele rouba um carro. Ao ser preso, em 17 de abril, ele confessou o crime e segue cumprindo prisão preventiva.
 
Valsirlândia diz que família enfrenta situação difícil após morte de Amanda (Foto: Fernanda Borges/G1)Valsirlândia diz que família tem sofrido muito com
morte de Amanda (Foto: Fernanda Borges/G1)
'Ficha não caiu'
Valsirlândia, irmã de Amanda, diz que, pouco mais de um mês após a morte da dançarina, a família ainda não consegue acreditar no que aconteceu.
"A ficha ainda não caiu. Pedimos a celebração de uma missa em memória dela, no dia 16, muita gente foi, mas estava tudo estranho. Vira e mexe a minha mãe ainda pergunta se a 'nega' ligou. Aí quando a gente relembra o que aconteceu, ela cai no choro", disse.
A mãe de Amanda, Iraíldes Maria de Jesus, segue muito abalada com o crime e foi levada por parentes para a Bahia "para sair um pouco de casa".
"Ela ainda está inconformada, a barra está bem difícil. Ela fica muito sozinha em casa e sempre que eu vou visitá-la ela está chorando. É uma situação que não passa", diz a irmã de Amanda.

Filha
Já sobre a filha da dançarina, que completou 12 anos no último dia 13 de maio, Valsirlândia diz que a menina fica "muito calada" e, às vezes, demonstra não ter noção do que aconteceu com Amanda.
"Ela parece não acreditar na morte, é como se a mãe dela estivesse viajando e fosse voltar a qualquer momento. Ela ainda é uma criança e não tem muita mentalidade. Quando o pai morreu, há oito meses, minha sobrinha entrou em desespero. Mas agora, em relação à mãe, parece que ela faz o possível para não acreditar", relata.
A irmã ressalta que, mesmo morando no RJ há três anos, a dançarina sempre manteve uma relação muito próxima à filha.
"Ela sempre esteve aqui, de dois em dois meses, e ligava todo dia. A situação começou a mudar depois que ela começou a namorar o Milton, pois ele não deixava mais ela falar com a gente direito. Espero que ele pague pelo que fez", diz Valsirlândia.
Denúncia
A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público contra Milton no último dia 5. Entre as qualificações estão motivo fútil, crueldade e feminicídio.
O juiz Alexandre Guimarães Gavião Pinto, da 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, ainda manteve a prisão preventiva de Milton, alegando, que além de ter cometido o crime, o homem tentou fugir do local do assassinato com um veículo que pertencia à vítima, configurando roubo majorado.
Miltinho da van foi preso (Foto: Cristina Boeckel/ G1)Miltinho da van foi preso e confessou o crime, segundo a polícia (Foto: Cristina Boeckel/ G1)
A defesa da família de Amanda, formada pelos advogados Paulo César e Jakelliny Nemura de Moura, se dispôs a auxiliar o promotor responsável pelo caso na elaboração da acusação contra o noivo.
"Nós estivemos lá no Rio, na semana passada, para acompanhar o andamento do processo. Os parentes nos pediram isso, pois eles querem garantir que a justiça seja feita", afirmou Paulo César.
Para Jakelliny, o processo está caminhando rapidamente. "O caso teve muita repercussão, até mesmo pela crueldade, então houve uma atenção maior das pessoas que analisaram a situação no âmbito judicial. Por isso, podemos dizer que ele já está com um tempo recorde. Esperamos que a primeira audiência seja marcada em breve."
Os advogados dizem trabalhar para que Milton seja condenado a maior pena possível. "Queremos que ele tenha uma pena bem alta, pois aí, quando houver a  somatória, ele fique 30 anos preso. Ele cometeu um crime classificado como feminicídio e esperamos que isso também seja levado em conta", disse Paulo César.
G1 tentou contato com o advogado de defesa de Milton, Hugo Assumpção, mas as ligações não foram atendidas.
A ficha ainda não caiu. Vira e mexe a minha mãe ainda pergunta se a 'nega' ligou"
Valsirlândia, irmã de Amanda Bueno
Morte da dançarina
Segundo a Polícia Civil, as imagens uqe registraram o homicídios mostram que Miltinho bateu a cabeça de Amanda 11 vezes em uma pedra do jardim e deu 10 coronhadas na cabeça dela. Em seguida, entrou em casa, vestiu o colete à prova de balas e se armou com um revólver, três pistolas e uma espingarda calibre 12. Ao passar pelo corpo, deu tiros com a pistola e com a espingarda no rosto da vítima.
Após a morte, Miltinho saiu, rendeu dois homens e roubou um carro, mas foi preso logo depois do crime, ao capotar durante fuga da polícia. Quatro armas, incluindo uma escopeta semelhante à que aparece no vídeo, foram encontradas no veículo.
Para o delegado Fábio Cardoso, Divisão de Homicídios da Baixada, o crime pode ter sido motivado por ciúmes. Miltinho teria almoçado com uma ex-namorada que, no dia do crime, ligou para Amanda para provocá-la. A ligação teria gerado uma briga, e o noivo saiu de casa. Mais tarde, ele teria voltado cambaleando.

Preso, Miltinho admitiu o assassinato. O advogado que o defende disse que ele alegou ter sofrido um "surto" e que está arrependido do crime. Em depoimento, no entanto, ele se reservou o direito de ficar calado, segundo o delegado Fábio Raboso, responsável pelas investigações.

Polícia Civil apreende cinco bicicletas durante as buscas do segundo suspeito de matar ciclista na Lagoa

Polícia Civil apreende cinco bicicletas durante as


 buscas do segundo suspeito de matar ciclista 


na Lagoa

Bicicletas foram apreendidas no Jacarezinho
Bicicletas foram apreendidas no Jacarezinho Foto: Marcos Nunes
Marcos Nunes
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Policiais civis da Divisão de Homicídios apreenderam cinco bicicletas no JacarezinhoZona Norte do Rio, durante as buscas do segundo suspeito de matar o médico Jaime Gold, de 57 anos. Um menor de 16 anos já foi apreendido em Manguinhos apontado por testemunhas como um dos autores do crime. Jaime estava de bicicleta na Lagoa, Zona Sul, quando foi esfaqueado na última segunda-feira. Ele morreu no dia seguinte.
Ainda não se sabe se uma das bicicletas apreendidas pertencia a Jaime. A carteira do médico também foi levada durante o crime.
Ciclista foi esfaqueado na noite de segunda-feira
Ciclista foi esfaqueado na noite de segunda-feira Foto: Reprodução
- Foi uma ação extremamente covarde. Os criminosos nem o abordaram (o médico), já chegaram esfaqueando. A vítima sequer teve a chance de entregar a bicicleta e salvar sua vida - disse a delegada da DH, Patrícia Aguiar.
O adolescente detido tem 15 anotações criminais por furto, roubo e uso de drogas. A maioria dos furtos e roubos foi cometida em bairros da Zona Sul, como Leblon e Ipanema. Cinco dos crimes foram com uso de faca.
O médico Jaime Gold morreu aos 57 anos
O médico Jaime Gold morreu aos 57 anos Foto: Reprodução
A última vez em que foi detido, o menor ficou 40 dias internado numa instituição. Ele foi liberado em março.
Em entrevista à Rádio CBN, o chefe de Polícia Civil, delegado Fernando Veloso, disse que os agentes estão fazendo um levantamento mais minucioso da ficha do menor para saber se ele participou de outros delitos. Além disso, os policiais trabalham para identificar o outro suspeito envolvido na morte do médico:
- A DH está trabalhando para identificar o outro envolvido. A gente acredita que, com a captura dele, possa evoluir a identificação do segundo elemento.
Em coletiva, o delegado Rivaldo Barbosa, titular da DH, contou que a primeira anotação criminal do menor foi em 2010, por crime contra o patrimônio, na Avenida Epitácio Pessoa.
- Temos que fazer uma reflexão sobre tudo isso. Nesse caso (a morte do médico), ele já está detido em razão de uma decisão judicial. Mas esse caso, assim outros, depende de uma questão social - disse.
Facas foram apresentadas durante coletiva
Facas foram apresentadas durante coletiva Foto: Guirlherme Ramalho
De acordo com Rivaldo, o depoimento do menor será na presença dos pais, da irmã e com a ajuda de um policial psicólogo:
- Vamos conversar com ele para ver se colhemos alguma informação.
Bicicletas e objetos cortantes - como facas e tesouras - encontrados perto da casa do menor foram apreendidas pelos policiais. Os objetos cortantes serão encaminhados à perícia, que determinará se algum deles foi usado na morte de Jaime Gold. Entre as bicicletas, uma chama a atenção: é de um modelo que custa mais de 20 mil reais.
Juiz decidirá destino de menor
De acordo com Rivaldo Barbosa, após depor, o menor será apresentado ao Juizado da Infância e da Juventude do Rio. Ele poderá ser solto, internado ou cumprir medida sócioeducativa. A decisão caberá ao juiz que ficar encarregado do caso.
- Temos que pensar mais sobre o aspecto do trabalho de ressocializar. Acredito muito na recuperação do ser humano e na recuperação dele - disse Rivaldo.
Testemunha viu ação
Jaime foi atacado por bandidos na noite desta terça-feira, durante um assalto. Ele pedalava pela ciclovia da Lagoa Rodrigo de Freitas e passava em frente ao centro náutico do Botafogo. Com ferimentos no braço e abdômen, o médico foi levado pelos bombeiros para o Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, onde passou por uma cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã desta quarta-feira.
O caso foi registrado na 14ª DP (Leblon), central de flagrantes da região. Um frentista foi ouvido na delegacia e contou que a dupla que rendeu Jaime parecia ser menor de idade. Eles fugiram com a bicicleta da vítima. Ainda de acordo com o relato, o médico não reagiu à abordagem.
Menor foi apreendido na manhã de quarta-feira
Menor foi apreendido na manhã de quarta-feira Foto: Fábio Rossi
A polícia vai procurar imagens de câmeras de segurança de prédios do entorno para tentar identificar os assaltantes. A investigação será assumida pela Divisão de Homicídios (DH).
Comissão de Segurança no Ciclismo lamenta morte
A Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio divulgou uma nota, na manhã desta quarta-feira, lamentando a morte de Jaime. Segundo eles, vários alertas já foram feitos às autoridades sobre a rotina de violência que os ciclistas têm vivido:
"Infelizmente a morte do ciclista foi uma tragédia anunciada, pois esta comissão já alertou e busca incansavelmente junto ao poder público e autoridades ações efetivas de combate aos roubos e furtos de bicicletas em nossa Cidade. Fizemos inúmeros eventos de alertas inclusive no próprio local onde a tragédia ocorreu. Porém, até o momento ainda estamos sem atendimento de nossas solicitações. Informamos à todos que continuaremos nossos esforços no que tange a segurança dos ciclistas de nossa cidade, porém, muitas vezes somos ineficientes por conta da demora que nossos pedimos são atendidos pelas autoridades em questão".


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/policia-civil-apreende-cinco-bicicletas-durante-as-buscas-do-segundo-suspeito-de-matar-ciclista-na-lagoa-16225437.html#ixzz3aoEb0N6O

Perito diz que vítima de explosão pode ter causado os próprios ferimentos


'Elas se localizam em pontos que é possível a autolesão', diz professor.
Alemão está internado no setor de queimados do Hospital Pedro II.

Do G1 Rio

Apartamento onde houve explosão em São Conrado ficou destruído (Foto: Tarso Ghelli/ Prefeitura)Apartamento onde houve explosão 
ficou destruído (Foto: Tarso Ghelli/ Prefeitura)









O alemão Markus Müller, que foi encontrado dentro do imóvel que explodiu em São Conrado, Zona Sul do Rio, na segunda-feira (18), pode ter provocado os ferimentos no próprio corpo, segundo o coordenador do Laboratório de Ciências Forense da Universidade Estadual do Rio de Janeiro(Uerj), Nelson Massini. “Podemos perceber que elas se localizam em pontos que é possível a autolesão. Não tem profundidade, pois não é um golpe. Não é de defesa, porque também se fosse de defesa o ângulo seria outro, não é esse longitudinal”, revelou Massini.
Ainda de acordo com o profissional, as imagens feitas por um cinegrafista amador que mostra a varanda do imóvel, revela que não havia fogo no restante do imóvel. "Nós percebemos que pelas imagens que não há resíduo de incêndio a partir do momento zero da gravação. Não há registro de gasto de um litro de água para conter. Esse foco surgiu posteriormente”, ressaltou o professor.
Sobre a localização das queimaduras no corpo da vítima ter se concentrado apenas na parte superior do corpo, o perito destacou que esse é mais outro indício que precisa ser levado em consideração, porque, segundo ele, a combustão ocorreu apenas na camisa. “Alguma coisa que estava nas vestes na parte superior. Nas calças não houve nada. Nenhuma queimadura nas partes inferiores”, destacou o perito, lembrando que não há resíduo de nada queimado.

Müller foi transferido na terça-feira (19) para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste, onde há um setor de queimados.
O laudo revela que Markus Müller tem vários cortes pelo corpo: pelo menos dois no braço direito, um grande no braço esquerdo, três no peito, no pescoço e dois cortes pequenos nas nádegas. Fontes da polícia descartam a possibilidade de os ferimentos terem sido causados por estilhaços na explosão no apartamento
Hipóteses
A polícia, que investigava a possibilidade de um acidente provocado por vazamento de gás, agora analisa duas novas hipóteses: o morador pode ter sido vítima de um assalto ou pode ter tentado se matar.
Em um dos quartos do apartamento do alemão havia sangue no chão e sobre uma cadeira. Para peritos da polícia, isso prova que o alemão andou pelo apartamento depois da explosão.
Prédio liberado
Na manhã desta quarta, funcionários da Comlurb ainda recolhiam a sujeira espalhada pelo playground. Setenta toneladas de material já foram retiradas.
Segundo a Defesa Civil, todo trabalho de remoção dos entulhos dos apartamentos mais prejudicados já foi feito e a prefeitura liberou o prédio para que o concomínio inicie as obras.
Imagens mostram fogo em imóvel que explodiu em São Conrado, no Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)Imagens mostram fogo em imóvel que explodiu em São Conrado, no Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)

Moradores usam cone para capturar peixe em rua alagada na China


Moradores usam cone para capturar peixe em rua alagada na China

Cena ocorreu em Dongguan, na província de Guangzhou.
Cidade chinesa teve ruas alagadas após fortes chuvas na região.

Moradores usaram um cone de trânsito para capturar na quarta-feira (20) um peixe que apareceu em uma rua alagada após fortes chuvas na cidade de Dongguan, na província de Guangzhou, na China.
Moradores usaram cone para capturar peixe em rua alagada (Foto: China Daily/Reuters)Moradores usaram cone para capturar peixe em rua alagada (Foto: China Daily/Reuters)
Cena ocorreu na cidade de Dongguan, na província de Guangzhou (Foto: China Daily/Reuters)Cena ocorreu na cidade de Dongguan, na província de Guangzhou (Foto: China Daily/Reuters)

Anúncio para batismo de 'filho do diabo' cria polêmica na Suécia


Brincadeira teria sido feita para divulgar festival de filmes de terror.
Anúncio em jornal traz bebê com cachos de cabelo formando número '666'.

21/05/2015 09h30 - Atualizado em 21/05/2015 11h33

Anúncio para batismo de 'filho do diabo' cria polêmica na Suécia

Brincadeira teria sido feita para divulgar festival de filmes de terror.
Anúncio em jornal traz bebê com cachos de cabelo formando número '666'.

Do G1, em São Paulo
Um anúncio de batismo publicado no jornal sueco "Svenska Dagbladet" se transformou em viral depois que cachinhos de cabelo do bebê formavam o número 666, que é considerado a "marca da besta", e trazia como contato de e-mail a "mãe do Satanás".
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Anúncio para batismo de 'filho do diabo' cria polêmica na Suécia (Foto: Reprodução/Twitter)Anúncio para batismo de 'filho do diabo' cria polêmica na Suécia (Foto: Reprodução/Twitter)
Segundo outro jornal local, o "Aftonbladet", o anúncio convidava para o batismo da criança chamada Lucy (nome que faria referência a Lúcifer) a ser realizado no dia 23 de maio. O objetivo seria divulgar um festival de filmes de terror, o "Elmsta 3000 Horror Fest".
A direção do periódico disse ter ficado surpresa com a publicação do anúncio. Björn Hygstedt afirmou que a "brincadeira" apareceu no jornal por um erro de checagem. "Infelizmente, falhamos em nossos procedimentos", disse ele.

Um ano após desaparecimento de Emili, família é investigada em SC

Um ano após desaparecimento de Emili, família é investigada em SC

Criança de 2 anos estava com o pai, que foi achado morto três dias depois.
Polícia Civil trabalha com a possibilidade de Emili estar viva.

Mariana de Ávila e Cinthia RaaschDo G1 SC
Emili Miranda Anacleto, de 2 anos, em Jaraguá do Sul (Foto: Reprodução/RBS TV)Emili Miranda Anacleto, de 2 anos, desapareceu no dia 21 de maio de 2014 (Foto: Reprodução/RBS TV)
Nesta quarta-feira (21) o desaparecimento de Emili Miranda Anacleto completa um ano sem solução. Neste período, ela foi procurada da cidade onde morava, em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, e até no Paraná. Conforme a Polícia Civil, a mãe da menina, Josenilda Miranda, e a família são investigadas.
Emili desapareceu no dia 21 de maio de 2014 depois de ser levada pelo pai Alexandre Anacleto da casa de onde vivia com a mãe. Na época, a menina tinha 2 anos. Os pais eram separados e viviam em conflito, relatou a polícia.
Celulares da familia foram apreendidos (Foto: Cinthia Raasch/RBS TV)Celulares da familia foram apreendidos
(Foto: Cinthia Raasch/RBS TV)
Três dias depois do sumiço, o corpo de Alexandre foi encontrado carbonizado dentro de seu carro, que também foi queimado na Praia de Itajubá, em Barra Velha.
Conforme a delegada Milena de Fátima Rosa, da Delegacia de Polícia da Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami) de Jaraguá do Sul, neste ano foram apreendidos 14 celulares e um computador de familiares de Emili por parte de mãe.
Após análise do Instituto Geral de Perícias (IGP), não foram constatadas provas nos aparelhos móveis. O computador ainda passa por perícia.
“Em interceptações telefônicas, a mãe nunca chegou a comentar ou lamentar qualquer coisa a respeito da menina”, disse o delegado Wanderley Redondo, da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD) em Santa Catarina, com sede em São José.
Não importa se vou ter ela comigo ou não, só quero saber notícias dela"
Josenilda Miranda, mãe de Emili
Josenilda afirma que a família é inocente e não tem nada a ver com desaparecimento ou morte da menina. "Eu só quero justiça. Só quero ter minha filha de novo. Não importa se vou ter ela comigo ou não, eu só quero saber notícias dela. Para mim seria mais fácil saber que ela está morta e enterrada, pelo menos eu ia lá visitar ela, poderia conversar. Nem isso não posso, nem esse direito eu consigo", diz.
Desde que Emili desapareceu, foram coletados 35 depoimentos, testemunhas do últimos passos dados por ela e parentes. Pelo menos 20 locais foram vistoriados em busca da menina. Conforme Redondo, a maioria das buscas foi feita depois de denúncias por ligações telefônicas.
Na família da mãe, há histórico de boletins de ocorrência por subtração de objetos, furtos. Alexandre e Josenilda já tinham acusado um ao outro de ameaça. No dia 17 de março de 2014, o homem registrou um boletim de ocorrência em que afirmou que a família da ex-mulher iria matá-lo e colocar fogo no carro, informou a delegada.
Josenilda Miranda guarda roupas e brinquedos de Emili (Foto: Cinthia Raasch/RBS TV)Josenilda Miranda guarda roupas e brinquedos de Emili (Foto: Cinthia Raasch/RBS TV)

Última ligação do pai
A última ligação de Alexandre foi feita para a mãe dele às 8h30 do dia 22 de maio, um dia depois do desaparecimento da menina. Conforme o relato transcrito pela Polícia Civil, Alexandre afirma que ele e a filha iriam sumir:
- Mãe, você me ligou?
- Meu filho, onde você está? Volta logo senão a polícia vai atrás de ti.
- Eu não vou voltar. Eles vão tirar a minha filha de mim.
- Onde ela está?
- Está no carro. Tá tudo bem. Cuida do pai para mim.
Depois disso, nenhum outro contato foi feito. A empresa de telefonia não soube confirmar para polícia se o celular estava naquele momento em Barra Velha ou Balneário Barra do Sul, pois a torre de controle das duas cidades sofrem interferência.
Carro de Anacleto foi encontrado carbonizado (Foto: Polícia Civil/Divulgaçãp)Carro de Anacleto foi encontrado carbonizado (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
O avô paterno de Emili, José Anacleto Neto, define como uma ‘tortura’ o que tem vivido. “Tenho 100 % certeza que o meu filho foi assassinado e a Emili está viva, estão escondendo a criança. Essa criança não merece estar presa”, disse. Ele afirma que o filho vivia sobre chantagem e já teria, por diversas vezes, falado sobre a ameaça de morte.
Emili está viva, estão escondendo a criança"
José Anacleto Neto, avó de Emili
“Minha vida acabou. Tiraram meu filho que cuidava de mim, que era minhas pernas, meus braços. Vou achar minha netinha. Antes de morrer, vou ver minha neta”, conta, emocionado.
A última vez que a menina foi vista foi em uma lanchonete com o pai em Barra Velha. Conforme o delegado, provavelmente o homem foi pego de surpresa.
Anteriormente, conforme a delegada Milena, Alexandre já teria ficado ilegalmente com a menina por 17 dias consecutivos. Com isso, ele perdeu o direito de compartilhar a guarda e teria apenas autorização a visitas assistidas. Segundo a mãe, o pai só podia visitar Emili a cada 15 dias, por duas horas.
Pela forma como o pai morreu, as investigações foram prejudicadas. "Com o corpo carbonizado ficou mais difícil de identificar pistas do caso", disse Wanderley. Não foi possível detectar a causa da morte ou encontrar arma. Por enquanto, a polícia não tem suspeitos de quem possa ter cometido o homicídio e não é possível confirmar se ele se suicidou.
Alexandre Anacleto pode ter preso na greve (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Corpo de Alexandre foi encontrado carbonizado
  (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Através de investigações, a polícia chegou em dois adolescentes, de 13 e 15 anos, que afirmaram ter colocado fogo no automóvel onde estava o corpo, mas não o matado. Segundo o delegado Wilson Masson, da Delegacia de Barra Velha, os garotos encontraram o corpo debruçado no volante, com marcas de disparos de arma de fogo no braço direito e no peito.
Segundo o depoimento prestado, os adolescentes teriam revirado o corpo em busca de objetos de valor e, com medo das digitais ficassem registradas, atearam fogo no veículo. "Os depoimentos dos adolescentes foram coletados logo após o crime e neste ano, e são muito condizentes ao apontar que eles não tinham envolvimento direto com a morte", diz Milena.
Delegada Milena de Jaraguá do Sul afirma que não há novas pistas do desaparecimento (Foto: Cinthia Raasch/RBS TV)Delegada Milena busca por pistas do
desaparecimento(Foto: Cinthia Raasch/RBS TV)
Emili pode estar viva
A Polícia trabalha com a possibilidade de Emili estar viva. "Nenhuma hipótese é descartada, mas acreditamos e torcemos para que ela esteja com vida", disse Redondo. O delegado também acredita que a família pode ter conhecimento sobre o local onde ela está.
"Não há provas que a família saiba sobre o paradeiro dela. Mas acreditamos que ela não esteja morta pelo convênio com o Instituto Médico Legal (IML). Toda vez que algum corpo não identificado aparece, somos alertados para cruzar os dados. Nenhuma menina da idade dela apareceu neste período", disse Milena.
As investigações continuam. Entretanto, nenhum novo indício foi apresentado. O cartaz com a foto da menina foi distribuída pelo estado e em aeroportos, e está integrado no sistema dos Desaparecidos do Brasil. Além disso, a Organização Internacional de Polícia Criminal, a Interpol, emitiu um alerta para os países da América do Sul, caso surja alguma informação fora do país. Informações ou pistas sobre a criança podem ser informadas para o Dpcami (47) 3370-0331 ou para o Disque Denúncia da Polícia Civil, no 181.

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